segunda-feira, 11 de maio de 2015

AS AMAZONAS

 Este texto foi baseado nas experiências dos participantes do Projeto Portal, associação fundada pelo pesquisador e ufólogo Urandir Fernandes de Oliveira.

            A história das Amazonas, guerreiras poderosas que viviam sós, isoladas dos homens, chega até nós revestida de magia e mistério. 
Baseado em lendas cultivadas a partir da existência de uma antiga sociedade matriarcal na Ilha de Creta, descrita nas ruínas e nos registros do alfabeto grego primitivo há mais de cinco mil anos. Eis aí o berço da Grécia e da civilização ocidental.
            Antes de servirem aos deuses do Olimpo, os cretenses cultuavam a Deusa-Mãe Terra (Gaia) e constituíram uma civilização centrada na figura central da mãe.   Na mitologia grega, as Amazonas eram as filhas da ninfa Harmônia com o Deus da Guerra, Ares, e seriam protegidas pela Deusa da Caça, Ártemis. Foram dois mil anos de uma civilização brilhante, num período que foi chamado de a Era de Ouro da Antiguidade clássica.

              Após a invasão de Creta pelo império patriarcal micênico, a partir de 1.200 a.C., essa civilização se mesclou, dando origem à Grécia.
            Arqueólogos e historiadores são unânimes em afirmar que as mulheres guerreiras são originárias da grande Cordilheira do Cáucaso, próxima ao Mar Negro, região próxima à Armênia, Geórgia e Rússia. Há 5500 anos, a região era habitada por culturas matriarcais. A partir daí expandiram sua cultura para a Ásia Menor e a Grécia.
            O historiador grego Strabo (64 aC – 23 aC) escreveu em sua Geografia: “Também as amazonas vivem nas montanhas do Cáucaso . Exercitam até artes marciais. Vivem da agricultura, pesca e caça nas florestas. Essa região é de vastos campos férteis e saudáveis, com jardins de frutas. Os povos daqui rezam para a Terra, o Sol, a Lua e outros astros. Elas tinham filhos se encontrando uma vez por ano com os melhores guerreiros vizinhos, o gargareans, uma tribo só de homens. As filhas ficavam com as Amazonas e os meninos eram entregues aos pais”.
            Há ainda relatos da presença das mulheres guerreiras no continente africano (Marrocos e Egito) e também no Brasil e América Latina.
            No regresso da primeira viagem ao Novo Mundo, Colombo, ao aportar em uma das ilhas das Caraíbas, sofreu uma recepção hostil por parte de uma tribo. Luís de Santangel, homem de confiança dos Reis Católicos, escreveu: “É a primeira ilha que se encontra, para quem vai da Espanha rumo às Índias e onde não há nenhum homem. Estas mulheres não se ocupam de qualquer atividade feminina, só executam exercícios com arco e flechas fabricados com canas e cobrem-se de lâminas de cobre, que possuem em abundância”.
            Também em 1535, Diego d’Almagro, que participou da conquista do Peru junto com Pizarro, disse ter ouvido relato dos índios assegurando que havia uma vasta região dominada por mulheres guerreiras cuja rainha se chamava Guanomilla (que significa céu de ouro) e que nessa tribo era tanto “metal amarelo e branco” que os simples utensílios para preparar alimentos eram manufaturados nesses materiais.
            Sabemos que a história foi toda distorcida. Afinal, originárias da Constelação de Ophiúcus, as Amazonas, como deusas e sacerdotisas vieram à Terra em missões especiais, para trazer paz ao planeta.  Pertenciam a três tribos: as morenas, as loiras e as ruivas. Cada uma tinha uma espécie de tatuagem no seio direito, que representava sua galáxia de origem: o arco e flecha, a espada e o escudo.
As Amazonas estabilizavam a frequência biológica natural do corpo humano com a Ressonância Schumann. Segundo o físico alemão W.O. Schumann, a Terra é cercada por um campo eletromagnético que se forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100 km acima de nós, que funciona como um marca-passo da Terra, responsável pelo equilíbrio da biosfera, condição comum a todas as formas de vida. Fora dessa frequência adoecemos. Através das vibrações sonoras derivadas de suas cordas vocais, com canções e mantras ultrassônicos, as Amazonas sincronizavam as moléculas de água no formato tetraédrico, o que gera energia taquiônica, energia da vida e do pensamento, e tudo que possuía água, como os humanos, as plantas e os animais eram influenciados por essa vibração.
Elas não vieram para guerrear. Para passarem despercebidas pela população, usavam arco, flechas e espadas, armas em uso na época. Usavam, ainda, poderes e tecnologias trazidas de seu mundo.
Em seus olhos traziam a magia e se faziam entender sem dizer uma palavra. Com seu sorriso encantavam as pessoas. Ao contrário do que dizem as lendas, elas não matavam nem escravizavam os homens. Elas viviam em uma tribo e os homens em outra e só se encontravam para a procriação.
Esses homens eram chamados Sacerdotes e possuíam habilidades extrassensoriais. As Amazonas tinham eternamente energia pura (energia de virgem) e mesmo tendo relações sexuais seu campo neutralizava instantaneamente a energia masculina e fazia vibrar expansivamente a energia do homem.
As Amazonas usavam um colar com totens esféricos de ouro perfurados, que mantinha sua ressonância vibratória sempre estável, ou seja, mantinham o equilíbrio emocional e a saúde perfeitos. Alguns desses totens foram encontrados em 1997 na Rússia pela pesquisadora Jeannine Davis-Kimball em várias sepulturas de mulheres que possuíam armas e vestimentas características de guerreiras.
Havia um motivo especial para a presença dessas mulheres no planeta: elas vieram preparar o Planeta Terrra para a vinda do Cristo. Dessa forma, todas as mulheres citadas na Bíblia são da linhagem das Amazonas. Elas vieram propagar a mensagem do Cristo, deixaram sua marca na história e foram embora. Não morreram.

Maria Madalena, uma das amazonas, veio ainda com a missão de, junto com o Cristo, gerar a sua linhagem. Diz a Bíblia que, em uma passagem entre Jesus e Madalena, ele a beija na boca, o que causou ciúmes em Pedro, que diz ao Mestre: “Porque você beija essa mulher diferente de nós?” e Jesus responde: “Porque o amor que eu tenho por ela é diferente do amor que eu tenho por você”.

Além das mulheres citadas na Bíblia, são descendentes das Amazonas Joana d’Arc, Cleópatra, Medusa, Ísis e Vênus, dentre muitas outras.

Essa linhagem existe ainda hoje em todo o mundo, principalmente no Brasil e América do Sul, novamente aguardando a sua próxima vinda.