A história das Amazonas, guerreiras
poderosas que viviam sós, isoladas dos homens, chega até nós revestida de magia
e mistério.
Baseado em lendas cultivadas a partir
da existência de uma antiga sociedade matriarcal na Ilha de Creta, descrita nas
ruínas e nos registros do alfabeto grego primitivo há mais de cinco mil anos. Eis
aí o berço da Grécia e da civilização ocidental.
Antes de servirem aos deuses do
Olimpo, os cretenses cultuavam a Deusa-Mãe Terra (Gaia) e constituíram uma
civilização centrada na figura central da mãe.
Na mitologia grega, as Amazonas eram as filhas da ninfa Harmônia com o Deus
da Guerra, Ares, e seriam protegidas pela Deusa da Caça, Ártemis. Foram dois
mil anos de uma civilização brilhante, num período que foi chamado de a Era de
Ouro da Antiguidade clássica.
Após a invasão de Creta pelo império
patriarcal micênico, a partir de 1.200 a.C., essa civilização se mesclou, dando
origem à Grécia.
Arqueólogos e historiadores são
unânimes em afirmar que as mulheres guerreiras são originárias da grande
Cordilheira do Cáucaso, próxima ao Mar Negro, região próxima à Armênia, Geórgia
e Rússia. Há 5500 anos, a região era habitada por culturas matriarcais. A
partir daí expandiram sua cultura para a Ásia Menor e a Grécia.
O historiador grego Strabo (64 aC –
23 aC) escreveu em sua Geografia: “Também as amazonas vivem nas montanhas do
Cáucaso . Exercitam até artes marciais. Vivem da agricultura, pesca e caça nas
florestas. Essa região é de vastos campos férteis e saudáveis, com jardins de
frutas. Os povos daqui rezam para a Terra, o Sol, a Lua e outros astros. Elas
tinham filhos se encontrando uma vez por ano com os melhores guerreiros
vizinhos, o gargareans, uma tribo só de homens. As filhas ficavam com as
Amazonas e os meninos eram entregues aos pais”.
Há ainda relatos da presença das
mulheres guerreiras no continente africano (Marrocos e Egito) e também no Brasil
e América Latina.
No regresso da primeira viagem ao
Novo Mundo, Colombo, ao aportar em uma das ilhas das Caraíbas, sofreu uma
recepção hostil por parte de uma tribo. Luís de Santangel, homem de confiança
dos Reis Católicos, escreveu: “É a primeira ilha que se encontra, para quem vai
da Espanha rumo às Índias e onde não há nenhum homem. Estas mulheres não se
ocupam de qualquer atividade feminina, só executam exercícios com arco e
flechas fabricados com canas e cobrem-se de lâminas de cobre, que possuem em
abundância”.
Também em 1535, Diego d’Almagro, que
participou da conquista do Peru junto com Pizarro, disse ter ouvido relato dos
índios assegurando que havia uma vasta região dominada por mulheres guerreiras
cuja rainha se chamava Guanomilla (que significa céu de ouro) e que nessa tribo
era tanto “metal amarelo e branco” que os simples utensílios para preparar
alimentos eram manufaturados nesses materiais.
Sabemos que a história foi toda
distorcida. Afinal, originárias da Constelação de Ophiúcus, as Amazonas, como
deusas e sacerdotisas vieram à Terra em missões especiais, para trazer paz ao
planeta. Pertenciam a três tribos: as morenas,
as loiras e as ruivas. Cada uma tinha uma espécie de tatuagem no seio direito,
que representava sua galáxia de origem: o arco e flecha, a espada e o escudo.
As Amazonas estabilizavam a frequência
biológica natural do corpo humano com a Ressonância Schumann. Segundo o físico
alemão W.O. Schumann, a Terra é cercada por um campo eletromagnético que se
forma entre o solo e a parte inferior da ionosfera, cerca de 100 km acima de
nós, que funciona como um marca-passo da Terra, responsável pelo equilíbrio da
biosfera, condição comum a todas as formas de vida. Fora dessa frequência
adoecemos. Através das vibrações sonoras derivadas de suas cordas vocais, com
canções e mantras ultrassônicos, as Amazonas sincronizavam as moléculas de água
no formato tetraédrico, o que gera energia taquiônica, energia da vida e do
pensamento, e tudo que possuía água, como os humanos, as plantas e os animais
eram influenciados por essa vibração.
Elas não vieram para guerrear. Para
passarem despercebidas pela população, usavam arco, flechas e espadas, armas em
uso na época. Usavam, ainda, poderes e tecnologias trazidas de seu mundo.
Em seus olhos traziam a magia e se
faziam entender sem dizer uma palavra. Com seu sorriso encantavam as pessoas.
Ao contrário do que dizem as lendas, elas não matavam nem escravizavam os
homens. Elas viviam em uma tribo e os homens em outra e só se encontravam para
a procriação.
Esses homens eram chamados Sacerdotes
e possuíam habilidades extrassensoriais. As Amazonas tinham eternamente energia
pura (energia de virgem) e mesmo tendo relações sexuais seu campo neutralizava
instantaneamente a energia masculina e fazia vibrar expansivamente a energia do
homem.
As Amazonas usavam um colar com totens
esféricos de ouro perfurados, que mantinha sua ressonância vibratória sempre
estável, ou seja, mantinham o equilíbrio emocional e a saúde perfeitos. Alguns
desses totens foram encontrados em 1997 na Rússia pela pesquisadora Jeannine
Davis-Kimball em várias sepulturas de mulheres que possuíam armas e vestimentas
características de guerreiras.
Havia um motivo especial para a
presença dessas mulheres no planeta: elas vieram preparar o Planeta Terrra para
a vinda do Cristo. Dessa forma, todas as mulheres citadas na Bíblia são da
linhagem das Amazonas. Elas vieram propagar a mensagem do Cristo, deixaram sua
marca na história e foram embora. Não morreram.
Maria Madalena, uma das amazonas, veio
ainda com a missão de, junto com o Cristo, gerar a sua linhagem. Diz a Bíblia
que, em uma passagem entre Jesus e Madalena, ele a beija na boca, o que causou
ciúmes em Pedro, que diz ao Mestre: “Porque você beija essa mulher diferente de
nós?” e Jesus responde: “Porque o amor que eu tenho por ela é diferente do amor
que eu tenho por você”.
Além das mulheres citadas na Bíblia,
são descendentes das Amazonas Joana d’Arc, Cleópatra, Medusa, Ísis e Vênus,
dentre muitas outras.
Essa linhagem existe ainda hoje em
todo o mundo, principalmente no Brasil e América do Sul, novamente aguardando a
sua próxima vinda.

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